EUTANASIA - UMA SUTIL FALACIA

Posted by admin, October 30th, 2009

Alpha Monografia – Pesquisa de monografias para TCC em direito
Obviamente, mas n?o devemos confundir o que suceda no interior das pessoas num momento dif?cil, com o que as leis ou a sociedade deve ter como aceit?vel ou recha??vel. Costuma-se falar de eutan?sia como reden??o do sofrimento, quando com freq??ncia nada mais ? do que uma decis?o utilitarista que alivia e libera a quem t?m de cuidar ao enfermo. Propugnam um totalitarismo que, na pr?tica, decide quem tem direito a viver e quem n?o; consideram-se legitimados para se envolverem com quem n?o se corresponde com seu padr?o de homem: os deficientes, os enfermos, os idosos, os moribundos. Quando se pretende dar morte aos que s?o d?beis ou deficientes, para estabelecer no mundo uma esp?cie de tirania da normalidade, esse mundo fica inevitavelmente desumanizado. Em qualquer caso, deve-se lutar por vencer a doen?a, mas n?o ? l?cito eliminar seres humanos enfermos para que n?o sofram. —Mas n?o todos os casos s?o igualmente conden?veis: h? que se p?r no lugar do enfermo e de sua fam?lia, que podem estar numa situa??o tremendamente dura. Quando um enfermo que sofre pede que o matem, o que em realidade est? pedindo quase sempre ? que lhe aliviem os padecimentos, tanto os f?sicos como os morais, que ?s vezes s?o ainda mais dolorosos. E algo semelhante sucedeu a alguns com a sa?de, e lhes levou a um fen?meno similar. H? circunst?ncias que exigem muito entendimento, e que podem atenuar a responsabilidade de qualquer erro que uma pessoa cometa –j? dissemos que todos os ordenamentos jur?dicos contam com isso–, mas isso n?o deve confundir-se isso com a norma geral

Comments S?o casos habitualmente provocados pela solid?o, pela incompreens?o, pela falta de afeto e consolo no transe supremo. Atrav?s da Monografia Alpha e monografias de direito e sociologia
No entanto, parece claro que se esfor?ar por mitigar a dor ? positiva, mas propor-se elimin?-la acima de qualquer outro valor, inclusive atentando contra a vida de um inocente, ? um grave erro: o fim n?o justifica os meios. Quem defende a legaliza??o da eutan?sia costumam invocar o suposto direito individual a dispor da pr?pria vida,

ou ainda ao que consideram uma manifesta??o de solidariedade social: eliminar vidas que –sempre segundo eles– carecem de sentido e constituem um duro ?nus para os familiares e para a pr?pria sociedade. Algumas obje??es —Mas quando ? o pr?prio enfermo quem o pede? AC Monografia – Pesquisa em monografias de Direito Constitucional e Civil
? premente lutar contra os efeitos adversos da defici?ncia f?sica e a debilidade, mas os enfermos sempre s?o seres humanos aos quais devemos respeitar. O fim –subjetivamente bom– n?o justificaria esses meios (neste caso, matar a um inocente). O ser humano, ainda no umbral da morte, conserva toda sua dignidade. Algumas ideologias no ?ltimo s?culo consideraram determinadas dimens?es parciais do ser humano como valores absolutos e, ao faz?-lo, geraram clamorosas injusti?as: assim sucedeu com quem constru?ra sua vis?o do mundo exclusivamente sobre a ra?a, a cor da pele, a classe social, a na??o, ou a ideologia. A eutan?sia n?o ? um simples ato paliativo do sofrimento, sen?o desprezar e vexar definitivamente ao paciente.

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